https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/issue/feed Revista Interdisciplinar de Literatura e Meio Ambiente 2026-02-09T14:19:13+00:00 ASLE Brasil aslebrasil@gmail.com Open Journal Systems <p>A RILE / JILE é um periódico interdisciplinar da Associação de Literatura&nbsp;e Meio Ambiente (ASLE-Brasil), cujo principal objetivo é de promover diálogos humanísticos sobre questões ambientais. A Revista publica artigos de pesquisas, entrevistas, trabalhos artísticos sobre literatura, história, direito, política e arte, cujo foco sejam locais e sujeitos que envolvam o Brasil, a América Latina, a ásia, a áfrica e a Oceania.</p> <p>A Revista tem publicações em formato digital e impresso de textos literários, artigos e resenhas críticas em língua portuguesa, espanhola e inglesa, assim como traduções de autores estrangeiros da área para o português devidamente aprovadas. Os artigos serão publicados obedecendo aos princípios das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os autores são responsáveis por suas declarações impressas nos materiais submetidos á&nbsp; avaliação. Cada número trará uma temática que deverá se adequar a artigos, resenhas, poesias e crônicas. As colaborações devem ser inéditas ou republicadas quando estiverem em língua estrangeira e traduzidas desde os autores ou as editoras autorizem. As submissões deverão seguir um processo contínuo durante todo o ano.</p> <p>O comitê científico é composto de professores e pesquisadores brasileiros e estrangeiros com excelência na área.</p> https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/329 APRESENTAÇÃO 2026-02-09T14:19:13+00:00 Zélia M. Bora zeliambora@gmail.com 2026-02-02T23:15:30+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/330 PRESENTATION 2026-02-09T14:19:13+00:00 Zélia M. Bora zeliambora@gmail.com 2026-02-02T23:14:27+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/318 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ARBORIZAÇÃO URBANA: VIVÊNCIAS DIDÁTICAS PARA A SENSIBILIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL NO SEMIÁRIDO PARAIBANO 2026-02-09T14:19:13+00:00 Anderson Rannier Nascimento Costa rannier.anderson@outlook.com Joedla Rodrigues de Lima joedlalima@yahoo.com.br Laura Vanessa da Silva Morais lauravsmorais@gmail.com Alane Mayana Bezerra de Andrade alane.mayana@ufrpe.br Mariana Andrade Medeiros marianaandrade49@gmail.com <p>O crescimento urbano desordenado e o uso inadequado dos recursos naturais têm agravado os impactos ambientais, especialmente em regiões semiáridas, como a Paraíba. Diante desse cenário, a Educação Ambiental se destaca como ferramenta essencial para sensibilizar a população e promover práticas sustentáveis. Este trabalho teve como objetivo desenvolver uma vivência didática com foco na arborização urbana e na valorização da biodiversidade da Caatinga, em uma escola pública de Santa Luzia-PB. A atividade envolveu 30 alunos do ensino médio em seis encontros, dois teóricos e quatro práticos. Nas aulas expositivas, foram abordadas as características do Bioma Caatinga, os benefícios da arborização e as problemáticas ambientais locais. Em seguida, os alunos participaram de visitas de campo para observar a arborização urbana e realizaram a distribuição e o plantio de mudas nativas. As ações foram planejadas para integrar teoria e prática, despertando nos estudantes o senso de responsabilidade ambiental e o reconhecimento do valor das espécies nativas. Os resultados indicam que a vivência ampliou o conhecimento dos alunos sobre o bioma, fomentou o engajamento da comunidade escolar e promoveu atitudes mais conscientes em relação à preservação ambiental. Conclui-se que a inserção de vivências didáticas em projetos de Educação Ambiental é eficaz para estimular o protagonismo juvenil, fortalecer os vínculos com a natureza e contribuir para o enfrentamento das mudanças climáticas no semiárido.</p> 2026-02-02T19:35:25+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/319 A ECODISTOPIA ENTRE O CATASTROFISMO E O NOVO LÉXICO EMERGENTE DO ANTROPOCENO 2026-02-09T14:19:13+00:00 Willian André willianandreh@hotmail.com <p>Este trabalho visa a oferecer uma reflexão sobre o conceito de ecodistopia enquanto termo aparentemente vinculado ao novo léxico emergente do antropoceno. Para concretizar a proposta, inicio com uma breve contextualização sobre as teorias do antropoceno; na sequência, passo a um levantamento dos trabalhos que encontrei fazendo menção ao termo ecodistopia, e prossigo com uma reflexão mais detalhada na tentativa de aprofundar esse conceito.</p> 2026-02-02T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/320 (DE)COLONIALIDADE DE GÊNERO E DEVASTAÇÃO AMBIENTAL: IEMANJÁ E A LÓGICA DE DOMINAÇÃO EM MAR MORTO 2026-02-09T14:19:13+00:00 Elaine Pereira Daróz elaine.daroz@unicap.br Natalie Veríssimo de Miranda Farias natalie.00000007675@unicap.br <p>Sociedades patriarcais e coloniais (re)produzem discursos que associam a mulher e a Natureza como corpos passíveis de apropriação, apagando suas potências originárias e reforçando práticas de dominação. À luz da Análise do Discurso materialista (Pêcheux, 1995; Orlandi, 2020) e do conceito de colonialidade de gênero (Lugones, 2020), este trabalho analisa sequências da obra <em>Mar Morto</em> (Amado, 2012), nas quais a personagem Iemanjá é atravessada por formações imaginárias que a representam como mãe e mar — entidades sagradas ressignificadas por um olhar patriarcal que as torna disponíveis à violação e à posse. A articulação entre literatura e Análise do discurso nos possibilita compreender como a lógica colonial de gênero estrutura não apenas relações sociais, mas também sentidos que naturalizam a devastação de territórios e de corpos femininos. Neste contexto, o trabalho propõe uma escuta crítica das materialidades discursivas que sustentam tais lógicas, sinalizando a urgência de deslocamentos que desestabilizem o imaginário da dominação. Ao reinscrever Iemanjá como figura de resistência e ancestralidade, evocamos o potencial contra hegemônico dos saberes afro-diaspóricos e decoloniais para o enfrentamento da crise ambiental e da violência de gênero, ambos faces de um mesmo sistema de opressão.</p> 2026-02-02T19:46:45+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/321 DA DIFERENCIAÇÃO ECONÔMICA À INTEGRAÇÃO ECOLÓGICA: REFLEXÕES LITERÁRIAS E CULTURAIS SOBRE A SUSTENTABILIDADE INDIANA 2026-02-09T14:19:13+00:00 Animesh Roy roy.english82@gmail.com 2026-02-02T19:49:54+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/322 O SUL GLOBAL E AS RASURAS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. OBJETIVOS 1, 8 e 11 2026-02-09T14:19:13+00:00 Zélia M. Bora zeliambora@gmail.com <p>Desde a sua fundação, a ONU tem se estabelecido como um campo de tensão política entre países que impuseram o domínio colonial e os países do sul global. Ao longo de quase um século, o papel normativo da entidade tem estado aquém das imposições e dos mecanismos de funcionamento do mercado mundial que definem a legitimidade e a mutação constante de ideologias tais quais o colonialismo e o imperialismo historicamente impostos aos países economicamente vulneráveis, entre eles, o Brasil. Levando-se em consideração esses pressupostos, a compreensão dos “Objetivos da ONU para o Desenvolvimento Sustentável” se formaliza como uma das estratégias na&nbsp; própria reconfiguração do capitalismo nesse novo milênio, favorecendo a perspectiva do hemisfério norte, legitimando os tradicionais sistemas coloniais/neocoloniais mediante novas configurações e imposições político-econômicas. É sob essa perspectiva, que proponho a leitura dos “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável” propostos pela ONU.</p> 2026-02-02T19:54:03+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/323 COMBUSTIBLES FÓSILES Y DERECHOS HUMANOS: A PROPÓSITO DE UN INFORME 2026-02-09T14:19:13+00:00 Jorge Daniel García Salman jgarciasalman@gmail.com <p>El informe <em>La necesidad imperiosa de desfosilizar nuestras economías</em>, relaciona oportunamente el uso y producción de los combustibles fósiles con los derechos humanos. En él se ofrecen cifras que fundamentan la importancia del abandono gradual de la dependencia de los combustibles fósiles y propone una agenda de acciones al efecto a los estados y organismos internacionales. Denuncia además la campaña de desinformación de las empresas para eludir responsabilidades, entorpecer tanto las medidas dirigidas a la reducción de su actividad como el desarrollo de tecnologías limpias para la obtención de energía. Propone universalizar el conocimiento acerca de la importancia de la desfosilización y sancionar a quienes enturbian la opinión pública con argumentos manipuladores. El trabajo no pretende analizar el informe en su totalidad sino destacar algunos aspectos de especial relevancia.</p> 2026-02-02T19:58:11+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/332 CULTURAL REVITALIZATION AS A SYMBOLIC INSURGENCE EXPERIENCES OF SIONA WOMEN IN PRACTICES WITH ANCESTRAL TEXTILES 2026-02-09T14:19:13+00:00 María Fernanda Solórzano Granada mfersolg@gmail.com <p>La Nacionalidad Siona habita en la provincia de Sucumbíos, en el norte de la región amazónica,<br>y tiene una presencia binacional en Ecuador y Colombia. En Ecuador, aproximadamente 680<br>personas viven en ocho comunidades: cuatro a orillas del río Aguarico y cuatro a orillas del río<br>Cuyabeno.<br>Las mujeres sionas de las comunidades del río Aguarico lideran el proyecto denominado<br>“Macuri: tejidos ancestrales”. Este proyecto no solo busca generar ingresos económicos, sino<br>también revitalizar la sabiduría ancestral mediante la enseñanza de la elaboración de artesanías<br>con fibra de chambira (Astrocaryum chambira). El Nacionalidad Siona ha tejido desde tiempos<br>ancestrales collares, pulseras, shigras (bolsas), hamacas, cedazos y otros utensilios; estas<br>artesanías son de uso cotidiano y, en menor medida, se comercializan. El proceso de elaboración<br>de estas artesanías comprende varias etapas: la recolección de las palmas de chambira; la<br>obtención de la fibra; la elaboración del hilo; el teñido de la fibra con plantas nativas; y el tejido.<br>Este artículo tiene como objetivo demostrar que el proyecto “Macuri: tejidos ancestrales”<br>representa una forma de educación intergeneracional y de intercambio de saberes. Asimismo,<br>constituye una práctica de resistencia y re-existencia (Walsh, 2013) orientada a revitalizar los<br>conocimientos sionas frente a los procesos de colonialidad del ser y del saber (Guerrero, 2010)<br>que afectan a las comunidades sionas.<br>Analizo el proceso de elaboración de las artesanías en chambira y las formas de revitalización<br>cultural a partir de las narrativas de las mujeres sionas que participan en el proyecto y de mis<br>registros de observación participante. Sostengo que este reaprendizaje de saberes, a través del<br>tejido, posee una dimensión política que habilita posibles formas de insurgencia simbólica<br>(Guerrero, 2018).</p> 2026-02-09T14:17:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/327 FROM DREAM ISLANDS TO APOCALYPSE ISLANDS 2026-02-09T14:19:13+00:00 Françoise Besson francoise.besson@wanadoo.fr <p>Islands have always been places arousing dreams and phantasms but also all forms of fears. Very present in literature and especially adventure literature (with Jules Verne&nbsp; or Daniel Defoe among the most famous creators of imaginary islands or imaginary stories inspired by real islands), they are often places of dreams for tourists. Yet climate change modifies the perception of islands and makes us aware that it has a deep impact on lots of geographical places and especially on islands.&nbsp; Starting with some literary visions of islands in the past this essay would like to concentrate on islands or shorelines nowadays as the places of vulnerability (such as Marshall Islands; Kerala,&nbsp; islands in Sudan or Tuvalu, Tokelau and Kiribati archipelagoes among others). This will also be the opportunity to show some solutions found by communities living on these islands and also the paradox of the construction of some artificial islands meant for rich tourists in some special places.&nbsp;</p> 2026-02-02T20:04:23+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://asle-brasil.com/journal/index.php/aslebr/article/view/331 AMBIENTE DE POESIA 2026-02-09T14:19:13+00:00 Mario Rodríguez newnormalcenter@gmail.com Shuying Fan fan_shuying@126.com Zélia M. Bora zeliambora@gmail.com 2026-02-02T23:23:11+00:00 ##submission.copyrightStatement##